Hoje é dia de Reis, e dia do aniversário da pessoa mais importante do mundo pra mim.
Tânia Regina, a minha mãezinha!
Minha mãe, a quem eu tanto amei (e amo muito ainda) e tanto sinto saudade.
Não vou escrever um texto enorme aqui, até porque homenagens póstumas não são o propósito deste blog.
Mas já que nós sempre parabenizamos àqueles a quem amamos aqui, então, NUNCA que eu ia deixar de falar dela.
Ela que me ensinou a ser quem eu sou hoje, ela que me mostrou o que era bom e o que era ruim pra mim, e que muitas vezes eu não ouvi, e precisei me dar mal pra aprender. Ela, que virava a mulher maravilha cada vez que alguém ousasse mexer com um de nós 4. Ela, que era tão boa, mas tão boa, que Deus fez questão da presença dela lá no céu tão cedo.
Ela, de quem eu sou a cópia esculpida em carrara – ou cuspida e escarrada para os leigos – tanto fisicamente, quanto na personalidade.
Ainda bem! Porque eu a admiro muito. Agradeço a Deus por ter me dado oportunidade de ser filha dessa mulher, e ter vivido 17 anos ao seu lado.
Mãe! Amo vc! Sinto sua falta todos os dias…mesmo vc brigando comigo, dizendo que eu sou respondona, e sempre acabando as brigas rindo de alguma resposta minha, ou me sentando o chinelo.
E, meus leitores, tenham certeza de uma coisa:
Não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo.
Pena é a gente ter que perder pra dar o devido valor.
E hoje, já adulta eu digo sem medo de errar: Se eu puder ser para os filhos que um dia eu terei, um terço do que ela foi pra mim, eu já vou me sentir muito realizada.

Saudade absurda!
Bom, e pra finalizar… citarei Tom Jobim:
“Se todos fossem no mundo iguais a vc… Que maravilha seria viver!”







