Na semana passada a Rede Record estreou a versão brasileira de Betty, a Feia. Uma das novelas mais populares e com mais adaptações pelo mundo.
Eu assisti a versão colombiana, que foi a primeira, e gosto demais da americana Ugly Betty.
Com algumas diferenças entre uma versão e outra, a trama principal é sempre a mesma, a secretaria feia e mal arrumada, secretária do lindo dono da empresa e obviamente apaixonada por ele. O dono da empresa sempre muito gentil mas também mulherengo. E o final todo que mundo já sabe. A feia fica linda e casa com o chefe bonitão.
Apesar de tanto clichê parece fórmula garantida de sucesso, se não o fosse não teríamos tantas belas feias pelo mundo.
A Betty que deu origem a todas as demais veio da atuação de Ana María Orozco. A novela original "Yo Soy Betty, La Fea" foi lançada na Colômbia em 1999.
Giselle Itié ganhou a disputa pelo famoso papel em "Bela, a Feia", versão brasileira produzida pela Record em parceria com a emissora mexicana Televisa.
America Ferrera é a protagonista de "Ugly Betty", a versão norte-americana do sucesso nascido na Colômbia que se tornou febre mundial
Na Espanha, o programa se chama "Yo soy Bea" e a atriz Ruth Néñez personificou a garota feia.
A secretária foi interpretada na Índia por Mona Singh, na novela "Jassi Jaisi Koi Nahi".
Outra versão bastante famosa é a mexicana, "La Fea más Bella", estrelada por Angélica Vale.
Alexandra Neldel interpreta a feiosa em "Verliebt in Berlin", na Alemanha.
Até a Rússia tem a sua própria Betty. Em "Ne Rodis’ Krasivoy", quem interpreta a dona de óculos de aro grosso e aparelho nos dentes é Nelli Uvarova.
Fonte: Bol








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