Para a infelicidade de vocês, estou aqui, vivo! Mudanças me deixaram afastado dos textos; uma dor no braço, possível tendinite, ajuda a piorar. Mas tentarei voltar a ativa.
Aos nove dias do mês de setembro do ano de mil novecentos e oitenta e cinco, eu nasci. Ali nascia um lindo bebê, que com o passar do tempo iria crescer e fazer diversos amigos, iria ter o primeiro amor, a primeira namorada (nem sempre são a mesma pessoa hehe) e ter diversos sonhos… Os sonhos… É sobre eles que escreverei hoje.
Amigos ou inimigos?
A breve historinha contada acima acontece com todo mundo, da mesma forma. É o famoso nasce-cresce-reproduz-morre. Quando chegamos à adolescência começamos a esboçar em nossas mentes os nossos planos de vida, nossos sonhos. Esses são os mais variados, desde ir a um show do calcinha preta a até comprar um lote na lua.
Conforme o tempo passa você “afunila” o número de sonhos, deixa de lado aqueles idiotas, como conseguir um autógrafo da Sheila Carvalho, e passa a viver sua vida de forma mais natural. Faz faculdade (ou não), arruma um emprego (ou não 2) e vida que segue. Mas nunca esquecendo o seu sonho, sempre trabalhando para um dia realizá-lo. Só que um dia você se apaixona, o namoro começa e vai muito bem… 1, 2, 3 anos! E tudo indica que será algo muito feliz e duradouro!
Ai chega o problema… hora de decidir sobre seu sonho. Ué, por que problema? Simples: o sonho do seu amor e o seu são conflitantes. E agora, José? Ou realizo o meu, ou o dela, ou nenhum dos dois. Fato é: os dois não da. Temos apenas alguns resultados possíveis:
1- Você mata o seu sonho, e claro, vai sofrer com isso, mas vai ficar com a pessoa que você quer.
2- A outra pessoa mata o sonho dela (se for mulher vai te culpar o resto da vida por isso), e sofre, mas ficará com você.
3- Os dois sofrerão, porque ficarão sem um ao outro, visto que decidiram pelos respectivos sonhos.
4- Os dois sofrerão sem os sonhos, mas ficarão juntos.
Resultado: querendo ou não, você vai sofrer. Mas e aí, qual a resposta certa?
Nenhuma. Cada um terá um pensamento diferende, uma ponderação diferente a ser feita, e o momento em que isso acontece é diferente para cada um de nós.
Não importa a decisão que você tomar, ela não está errada. Você fez aquilo que achou que fosse o melhor. Acredito que ninguém queira machucar a outra pessoa, sua companheira, propositalmente. A decisão é sua, é dela. Decida, levate a cabeça e faça!
Deu errado? Não foi como você pensou? Sempre há tempo para voltar atrás, sempre há tempo para, ao mínimo, tentar voltar!
E você, já passou por esse momento? Divida sua experiência conosco, dê sua opinião.
No mais, vida que segue… Desce mais uma dose, garçom!








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