• @ccgranato

    Eu acho palhaçada. O cara que espanca, nunca começa por um beliscão. Aprovei cada palmada que recebi e sei que era um jeito extremo que minha mãe encontrou de eu mudar o meu comportamento.

    A criança não tem limites. Os pais que criam. A palmada tem que ser o muro mais alto do limite. Porque as vezes a conversa não resolve.

    Bj

  • http://www.controleremoto.tv Natacha

    Acho que você está equivocada quando diz que pais e mães têm de MOLDAR a personalidade de uma criança. Pais e mães devem dar aos filhos as condições ideais para que eles cresçam saudáveis e capazes em todas as suas possibilidades…

    Particularmente, e minha opinião pessoal tem muito a ver com ter contato com pais que educam e não BATEM, e também por eu ter formação de educadora, acho que qualquer ser mais forte deve proteger e cuidar do mais fraco, e não amedrontá-lo. É um erro confundir medo com respeito. Educar pela conversa é sempre muito mais difícil, com certeza é. Mas ISSO se chama educar. Beliscar, gritar, dar uma chineladinha, não é uma escolha CONSCIENTE dos pais, e sim uma atitude explosiva e raivosa! Qual pai ou mãe bate realmente pensando que aquilo vai educar o filho? Dá uma palmadinha pensando “essa palmadinha vai educar meu filhinho”.

    Se eu tenho a consciência de que a violência pode causar danos psicológicos tão reais (eu apanhava quando pequena), eu não vou querer passá-la adiante. A violência chegou em mim e parou. Bater é pura preguiça da parte dos pais. É o meio mais fácil para se conseguir o que se quer a curto prazo. Porque é muito mais difícil conversar. É muito mais difícil continuar passando uma vergonhinha no meio do shopping. Abrir o diálogo é muito mais difícil porque é aprender junto com o filho. Aprender a ser pai e mãe diferente do que se aprendeu com o pai e mãe.

    Mas pode ter certeza de uma coisa. Se você decide aprender junto com o seu filho a ser pai ou mãe, aquela vergonhinha que você sentiu em algumas ocasiões por não ter o controle momentâneo da situação, no futuro pode virar motivo de muito orgulho. É nisso que eu acredito.

    Abaixo um texto retirado da campanha “Não bata, eduque”, que explica por que a simples palmadinha e um beliscãozinho podem ser prejudiciais às crianças, e ao modo com que ela lida com os demais.

    “Os efeitos do castigo físico e humilhante não podem ser generalizados para todas as crianças, pois dependem da experiência de vida de cada um e da configuração familiar em que a criança encontra-se inserida. Entretanto, uma conseqüência direta do uso do castigo físico é o aprendizado, por parte da criança, de que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem frente ao outro, principalmente física (como no caso do adulto frente à criança). E este aprendizado é transportado para outras relações da criança, como para a sua relação com um irmão mais novo, por exemplo. Também percebemos que, em muitos casos em que a criança sofre com castigos físicos e violências psicológicas freqüentes, ela pode apresentar um perfil retraído, introvertido. Se a criança não tiver uma rede de apoio forte (outros parentes ou outras pessoas que lhe sejam significativas e que lhe tratem de maneira diferente), a sua auto-estima fica tão comprometida que vemos como consequências a insegurança, o medo, a timidez, a passividade e a submissão.

    Muitas vezes, a violência física e/ou psicológica acaba acontecendo num rompante, e não por metodologia. Nestes momentos os pais podem sentar com seus filhos e serem sinceros com eles, explicando que perderam o controle e que se arrependem por isso. Este tipo de atitude é um ótimo exemplo de humildade e de respeito para com o outro. Ao sentarem para conversar com seus filhos, os pais darão o exemplo de que pedir desculpas não é algo do qual a criança deva se envergonhar e de que errar é humano, que nem sempre eles, pais, irão acertar em tudo, apesar sempre desejarem o melhor para seus filhos. Além disso, este é um ótimo momento para ouvir a própria criança e procurar, juntamente com ela, estabelecer as “regras” de convivência para todos dentro de casa. Por exemplo, o pai ou a mãe podem identificar que não agiram da melhor forma porque foi justamente no momento em que chegavam estressados do trabalho. Junto com a criança, eles podem conversar com ela e estabelecerem juntos que, quando isto acontecer, eles precisarão de um tempinho para respirarem fundo, relaxarem e, então, darem a atenção de qualidade que a criança merece.”

  • @samu_sama

    Pow axo o msm q vc … pais em geral deve educar seus filho de maneira correta, blz e talz se q tem nego q exagera e tudo mais … ai da uma olhada para o naite do mulek, pais d verdade (creio eu) não espancariam os filhos por nada … (blz … tem pai d as vezes perde a cabeça com alguma coisas e o filho acaba fazendo besteira e o pai acaba descontando nele, mas provavelmente o pai se arrepende pela merda d fez), mas nessa historia entra uma serie d fatores, tanto para os pais como para os filhos. Tiro da minha familia … minha irma mais velha ainda tem um pouco d “raiva” da minha mae pelas surras q ela levou … eu ja nao tenho … (e olha q a minha mae e akelas crentes supermegapower rigosorsa xD .. so q isso e um longa historia xD) Mas ai … axo q falei d mais e talz mas resumindo isso tudo ai em cima … Cabe a cada pai/mae saber como educar o seu filho e não ao Estado, se eles souberem educar bem, seu filho poderar sem uma grande pessoa quando cresser, se educar mal … ai uma grande dor d cabeça.

  • http://@nique_soaress Monique

    Adoreii o tópico! Concordo exatamente com a sua opinião Kel!
    Meus pais quando eu era criança me corrigiram com algumas palmadas e hj eu entendo! Tenho uma filha de 5 anos, e educo da mesma forma, pois algumas vezes a conversa não adianta! E não acho que essa seja uma forma de violência! Minha filha me respeita muito e há um amor enorme entre a gente.
    Tenho uma vizinha que fala “eu não acho certo bater e não bato na minha filhaa”, mas ela tenta conversar com a filha dela de 6 anos e a mesma não a respeita, muitas vezes finge que nem a escuta!
    Não concordo com a castigo físico exagerado, mas não acredito que por causa de uma corrigida a pessoa se torne um delinquente no futuro.
    Na época dos nossos pais e avós corrigiam e era a coisa mais nornal do mundo e olha como era o mundo antes e como é hoje!
    O projeto de lei tem que ser moderado, porque acredito que é necessário impor limites sim, pois às vezes é necessária uma correção com umas palmadas leves.

  • asilva

    Concordo plenamente com você, tenho um filho de 10 anos, nunca precisei dar um tapa nele, mas se fosse necessário não exitaria em fazê-lo, busco sempre conversar, mas algumas vezes um pai ou mãe precisa mostrar quem está no controle, mostrar que quer somente o bem da criança, essa proposta de lei só vai servir para virar uma espécie de ameaça e coagir os pais, que passarão inclusive a ter receio do que fazem para educar seus filhos, pois não sabem se está dentro da lei ou não, comprometendo toda a vida dessa criança, que um dia vai crescer e conhecer um mundo totalmente diferente daquele que conheceu no leito familiar. Enfim, quem sabe como criar meu filho sou eu, não um bando de hipócritas cretinos que não tem o que fazer e ficam criando leis bizarras que comprometem a vida familiar.

  • http://www.brogdafravia.blogspot.com Flávia Anastacio

    Num país como o nosso, regido pela impunidade e por novas leis surgindo a cada dia, essa é só mais uma.
    Eu sou plenamente a favor das palmadas e, na minha opinião, esta é uma arbitrariedade. Concordo com o questionamento de que se o pai que espanca até a morte, não agirá com violência, por causa de (mais uma) lei?
    A correção física, assim como a repreensão, são bíblicas. Infelizmente, leis indo contra princípios necessários à formação do bom cidadão e, pior, aos princípios bíblicos.

  • Tatiana

    Na minha opinião, de nada ajuda essa lei, só atrapalha, pois se a criança esta no shopping, e quer aquele brinquedo extra-mega caro, e c não tem uma moedinha se quer sobrando e diz que nnão vai coprar ela abre o berreiro, se joga no chão e fez escandalo… E nesses casos os pais procedem como? Conversam com a criança de 3/4 anos, e dizem que no momento não tem dinheiro pq tem muitas contas a pagar??? A criança simplesmente vai chorar mais ainda pq continua não tendo o brinquedo.
    De fato não sou a favo de bater, porem sou a favor a educação.
    Da mesma forma que uma criança chega na sala de aula e taca algo no prfessor, a escola chama os pais e os mesmo nada fazem, até pq fariam o que? Bater, não pode. Beliscar, não pode, seria humilhação em frente aos amiguinhos. E a ei diz que não pode ter nenhum tipo de humilhação para a criança! Ou seja, o pai, se não for um individuo que não se importe com o fato de seu filho crescer violento por fala de repreenção, vvai olhar pra cara do professor super sem-graça e falar desculpa, pq não poderá pegar a criança pela orelha e faze-la pedir desculpas.
    E além do mais não será uma lei dessas que fará um pai ou uma mãe espancar os filhos até quebrar-lhes algum dos ossos, ou algo pior. Um sujeito desses não olharia para crriançça e pensaria “Ah, não se eu bater no meu filho até quebrar um de seus ossos, eu serei preso”, ele simplesmente fará.
    Até concordo que não deveriam pegar a criança pelos cabelos e sair puxandoo por ai como se fosse um boneco de trapos, coisa que eu já vi, mas algumas vezes uma palmada seria de uma ótima ajuda.

  • Felipe

    Bom não li todos os comentários. Então se minha opinião ficar meio similar a de alguém peço desculpas.

    Bom eu sou novo, do inicio da década de 90. Fui criado na filosofia de fez errado toma-lhe chinelada. Claro que sem exageros, sempre tudo moderado. quando era uma situação de apenas conversar ou dar um sermão mais pesado, era feito em troca das palmadas. Confesso que nunca fui uma criança fácil, sempre fui daquelas de fazer peripecias com vizinhos, professores, amigos menos favorecidos sejam de beleza ou as vezes até de dinheiro. ( Eu sei, eu era meio retardado insensivel.) E minha mãe sempre me punia conforme a gravidade da situação. Enfim, fui criado a base de chineladas e esporros mas não guardo rancor, pelo contrário, dou graças a deus por ter sido criado assim, as vezes algumas atitudes são mais eficazes do que palavras. O grande problema da sociedade não é a palmada que o pai dá (Eu digo palmada e não espancamento) e sim aquele velho ditado de faz o que eu digo e não o que eu faço. Os pais da sociedade atual querem educar os filhos para serem pessoas melhores porém eles mesmo não são exemplos para os filhos. O pai quer bater no filho porque o mesmo chamou fulano de preto, em compensação na roda de amigos o pai ta brincando de uma maneira racista com aquele amigo de cor negra na presença do filho. A mãe divorciada quer bater na filha porque a mesma perdeu a virgindade com 15 anos, compensação a mãe todo dia ou final de semana tem um encontro com um namorado diferente, vale o mesmo para os pais, isso quando as coisas não acontece estando casado. Ou seja, deixar de bater vai apenas piorar o que já está indo pro ralo, conheço muitos amigos que foram criados com essa filosofia da conversa, e afirmo com toda a certeza 98% deles são adolescentes ou adultos irresponsáveis e rebeldes. Sem contar a falta de respeito que tem com os propios pais. E a porcentagem de amigos que como eu apanharam na infancia é que a grande maioria são pessoas serenas, responsáveis, sabem seus limites e sabem o que querem. Finalizando, de acordo com minha experiencia de vida já sei como devo criar meu filho e acho que todos deveriam avaliar sua maneira de criar conforme foi criado. Sem uma lei estupida que praticamente obriga a um pai seguir regras para educar os filhos que as vezes seria mais facil abrir um curso para novos pais. E crianças que não tem noção da vida, aproveitando da lei para fugir de responsabilidades e viver sem limites.

    Essa é a minha opinião e a minha solução para a minha vida. Não quero convencer ninguém do que é o certo e o errado.

  • Aretha

    Natacha, voce nao responde umas das questoes, esse projeto de lei vai fazer com que pais violentos deixem de espancar a criança so porque agora é lei? Apanhei dos meus pais, nao morri, nao me revoltei, nao trafiquei, nao me droguei nao virei lutadora de mma nada disso.

  • http://tpmulheres.net Kel

    @Felipe, meu pai sempre disse que “filho não se educa, se dá exemplo!” … é bem por aí mesmo!

  • Diego

    Então, creio q é possível educar a criança sem castigo físico, como por exemplo proibir a tv, deixar no quadro, não dar presente de aniversário, enfim há várias formas de repreende sem machucar

  • Portela

    Essa lei é completamente imbecil. Espancar uma criança é crime, dar uma palmada é educar.

    Odiei a ÚNICA vez que levei, mas hoje entendo. Tem que conversar com a criança, explicar, fazer entender. Mas tem criança que nem assim entende… A palmada é só mais um recurso (o último).

    Da próxima vez, ela escuta os pais com mais atenção e, se não escutar, palmada de novo. Como eu disse, a palmada pra mim é o último recurso para educar. Não é porrada, é palmada!

    Essa lei só ajuda a criar os meninos sem juízo e respeito por ninguém, cada vez mais comuns hoje em dia.

  • andreza

    Tenho uma irmã de 8 anos e ela disse a minha mãe que se ela batesse iria denunciá-la. Iai? Apanhei poucas vezes, dá até pra contar nos dedos, porém é como Aretha disse, “nao morri, nao me revoltei, nao trafiquei, nao me droguei nao virei lutadora de mma nada disso.”Lembrando que a diferença de idade entre minha irmã mais nova e eu são de 12 anos…

  • Andréa

    1º Espancamento nunca será solução
    2º Converse sempre com seu filho, isso define a diferença entre o drogado ignorado pelos pais e aquele q cursa um ensino superior msm q com dificuldade
    3º Tapinhas e beliscões não matarão seu filho, porém é um recurso de última instância.

    Se o Estado fosse bom educador nossas escolas públicas não estariam no estado em q se encontram com crianças q recebem estímulo para ser + 1 inútil ou pior.

    Acho a conversa fundamental sempre, mas dar um beliscão na rua porque seu filho está aos berros na rua não te respeitando é educação.

    Danos físicos são humilhantes, ok, porém prefiro dar um tapinha na boca do meu sobrinho de 2 anos e 1/2 q me mordeu depois de eu falar 3 vezes q não pode fazer isso a vê-lo aos 15 anos arrebentado por outro moleque da rua porque tava de “marrinha”.

    NÃO CABE AO ESTADO EDUCAR, E SIM AOS PAIS (COM MODERAÇÃO)!!!

  • Wesley

    Natacha,

    Vc perguntou “Qual pai ou mãe bate realmente pensando que aquilo vai educar o filho??”. Eu te repondo: TODOS!

    Como muitos disseram aí em cima, palmadinhas e beliscões não transformam a pessoa em traficantes assassinos terroristas monstruosos.

    Acredito que devem existir limites, claro. Não acho que deve ter chinelada de havaiana de pau o tempo todo, por qualquer motivo, mas também não acho que o moleque deve ser tratado a ovomaltino.

    Cresci praticamente sem apanhar. Apanhei raras vezes, reconhecidamente merecidas. E sempre em seguida de uma palmada, vinha a explicação. “Você apanhou por que fez isso, porque me desrespeitou, porque fez o que eu falei pra NÃO fazer”. Bons pais dão cintadas sim! Nâo pra parecer superior, ou pra mostrar que manda, mas pra que o filho compreenda (principalmente em caso de birras e escandalos) que o mundo não gira em torno dele. Que os direitos dele terminam onde começam os alheios. Minha mãe dizia: “melhor vc levar um tapa na cara da MINHA mão do q levar um tapa da vida. Pq eu sou mãe, e não vou te machucar. Agora a vida é cruel, e essa sim machuca”.

    Se uma criança cresce sem limites em casa, se ela aprende desde cedo que pode tocar o terror que o máximo que vai acontecer vai ser um “sermãozinho”, uma “bronquinha’, acredito pessoalmente que é muito mais provável ela achar que não vai sofrer consequências lá fora também. Vão achar que podem quebrar lâmpadas na cara de um homossexual tranquilamente, e achar isso normal. Ou queimar índios por aí. “Ah, o que tem? Vou levar só uma bronca” (se bem q no Brasil, é quase isso q acontece mesmo).

    É muito fácil propor um discursozinho pseudopedagógico sem fundamento dizendo que a palmada torna a pessoa violenta e reprimida. É muito fácil propor teorias sem embasamento empírico (sem observar os muitos nesse mesmo fórum dizendo que apanharam e não se tornaram violentos).

    O que deve ser observado é que a empregada doméstica que rala o dia inteiro para ganhar pouco mais de um salário mínimo não é pedagoga nem psicóloga. Então não rola de chegar impondo que metodologias não “violentas” devem ser empregadas, e insinuando que o caminho da palmada é escolhido por ser o mais fácil. Uma empregada doméstica que mora em uma favela não tem tempo em pensar em um método pedagógico de impedir o filho de entrar no tráfico, sem recorrer ao puxão de orelha ou a um tapa na fuça.

  • Bruna

    tem uma coisa ai: Tenho 4 primos da mesma tia e tio, a primeira filha, sempre foi levada mas educada, depois de seus 15 anos virou a biscatinha e teve que levar uns bofetões por virar a garota problema, tem o irmão que tem 13, super educado, mas qnd ele era pequenop, meu tio dava de tudoooo pra ele e minha tia, não, um certo dia ele deu de se jogar na rua e fazer escandalo, minha tia largou, deixou ele rolar pelo chao, depois disso nunca mais, meu tio aprende que não era pra deixar ele fazer o que queria, e os outros dois, são educados tbm, o 3º filho briga na escola, e o mais novo só estuda. Enfim, vai dos pais, da escola e da personalidade.

    Minha ãe sempre me deu palmadas, mas as vezes eu achava exagerado, pois tem muita coisa que eu penso: Ela me bateu pq quebrei uma jarra de vidro?”

    Enfim, hj vejo aqui na rua onde trabalho uam mãe de 18 anos, a filhinha dela tem 2 anos, o que eu vejo é demais, a menina faz birra pra tudo, eu num tenho paciencia e deixo rolar, a mãe ora mima ora bate sem explicação, certo dia a menina correu na rua e ela ao inves de explicar, encheu a menina de tapa e beliscões de dar dó, mas detalhe: ela não explicou que não era pra ir na rua, simplesmente deixou ela correr pra onde era mais legal pra menininha

    Num sei mas acho que tado vai de conversar desde pequenininho e explicar o que é certo e o que é errado.

    Se for muito necessario sim umas palmadas, mas não assim a torto e a direito

  • Alonso Marinho

    Quem é contra a opinião da Kel ou é educador teórico ou alguem que Deus mandou de presente um filho que quase não faz birra e que é um exemplo de bondade.

    Sou professor, e posso dizer com propriedade, mais de 90% das crianças criadas nessa linha do “vamos conversar” são bem sem limite, poucas as que realmente se adequação a proposta. Pra mim não é só apenas a palmada da vez que funciona, é a criança ligar causa e efeito. Fez merda aqui, leva palmada depois. Ela passa a pensar duas ou três vezes antes de fazer com medo da conseqüência e passa assim a criar um senso critico de certo e errado.

    Pessoalmente eu apanhei bastante, mas hoje vejo que cada uma foi justificada, eu aprontava demais, mas cada uma delas me fazia cada vez mais pensar antes de resolver fazer alguma merda.

    Criar crianças que nunca levam uma pancada, que acham que nunca serão punidas fortemente, e que podem resolver todo tipo de merda que fazem que estamos criando uma geração que não sabe encarar punições e fracassos. E o dia que um moleque desses mexer com a mulher de um outro e achar que ali vai dar pra resolver na conversa? Ou o dia que tomar um soco metafórico do patrão por ter feito cagada e sendo assim demitido?

    Muito fácil pedagogos e teoricos da educação julgarem quem uma vez ou outra tem de recorrer a uma palmadinha. Vai pra uma sala de aula com 30 alunos criados sem limites e que já hoje ameaçam OS PAIS E PROFESSORES de chamar conselho tutelar ao menor sinal de serem contrariados.

  • Josiane

    Não concordo com nenhuma forma de violência! O adulto começa com palmadas e não resolve,na proxima vez aumenta o numero de palmadas e não resolve e sem perceber(ou percebendo), passa a espancar a criança.Da palmadinha para a o espancamento é um “triz”. Se violência resolvesse alguma coisa,todos os jovens infratores sairiam de suas detenções reabilitado para viver em sociedade.

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  • http://domisteco.blogspot.com Lari Freitas

    Concordo com você Kel, não tenho filhos, mas sempre levei palmadinhas e não sou nenhum marginal hoje..

    Vcs que defendem essas leis, preferem que seus filhos apanhem de vcs, ou da polícia???

    Minha mãe sempre conversava comigo antes de me bater… E isso construiu o meu caráter…

    Ultimamente não penso nem em ter filhos, porque pra viver nesse mundo de hoje, que não posso nem educar meus filhos como meus pais, prefiro viver sem o dom da maternidade, a ver meus filhos virarem marginais!!!

    beijos Kel…

  • Lucy

    Do jeito que esas crianças estão cada vez mais “cheias de gostos” quem vai apanhar agora são os pais. Não haverá respeito na família, pois o temor, além do amor, faz parte da educação.
    É ridículo esse projeto de Lei. Apanhei um bocado quando era pequena e isso me ajudou a forma meu caráter. Sem traumas.
    Bem… essa é minha opinião.
    Beijos

  • Jc-fraga

    eu concordo com o ele… sou mae, sou filha. Ja apanhei, e nao foi pra machucar, foi pra educar, e merecidamente..O mundo nao seria o que eh hj se os estranhos eh que mandassem na educação dos nossos filhos. Quem tem que saber o que eh melhor pro meu filho sou eu, nao um deputado, vereador, sei la. concerteza quem apoiou essa lei nao tem filhos, ou nao os criam, sao criados por babas, e soh os veem quando vao dormir. ateh quando saem de ferias precisam das babas., Assim ateh eu nao preciso dar umas palmadas. Tem criança que merece sim, e palmada nao faz mal a ninguem, morre- se muito mais hj em dia que tem essa lei absurda que antes, qd os pais batiam de cinta, de vara ateh de mangueira…

  • Rdreguer

     A palmada que dói na alma
     
     
    Hoje aprendi como dói uma palmada. Aos 34 anos de idade, posso dizer que já levei boas palmadas, algumas dignas de lembrança, como no dia em que eu e meu irmão Romeu fomos surpreendidos pela minha mãe brincando com o pino da panela de pressão.  Joga o pino prá lá, joga o pino prá cá até que o danadinho foi tão alto que caiu do outro lado do muro, em um terreno baldio. Ficamos os dois amedrontados, afinal, a nossa mãe tão logo precisasse da panela notaria a falta do pino. E assim foi: mamãe perguntou sobre o pino e nós fizemos aquela carinha de quem comeu e não gostou. Sobraram algumas chineladas e boas risadas em todos esses anos. E desde então sempre encarei a palmada assim; como uma alternativa distante de correção e obediência, mas que às vezes, não faz mal a ninguém.
    Até hoje. Minha filha Pietra, com dois anos e meio de idade, é esperta e espevitada como a maioria das crianças deste século.  Na semana passada, me abraçou e disse que sou sua melhor amiga. Aproveita o tempo livre para brincar e descobrir as novidades do mundo, e enquanto está se divertindo não consegue pensar na possibilidade de parar de fazer o que mais gosta. E quem deixaria algo que gosta de lado, para fazer algo não tão bom assim?
    Pois bem, em dias normais, ele resmunga para tomar banho, escovar os dentes, trocar de roupa, mas acaba cedendo. Em outros dias, porém, irrita-se de tal maneira que não dá para acreditar. E lá se vão os argumentos da mamãe paciência: calma, é rapidinho, você já volta para brincar, mamãe troca em “dois palitos”….nada faz cessar a ira da criança, que chora, grita e esperneia.
    De repente você se vê sem argumentos, com uma criança descontrolada e…perde o controle também! Afinal, se ela pode se estressar por nada, porque você não se estressaria com alguém tão insensível? Pois agora ela vai ter que obedecer, você pensa, nem que para isso ela tenha que levar umas palmadas. Pronto! A palmada já entrou em cena e…nada! A criança continua chorando, com sono, com raiva. Sem forças, aguardo o descontrole passar, até que a pequena se acalma e finalmente cede aos meus pedidos.
    Quando finalmente tudo é passado, converso com ela, explico que não pode gritar e berrar por tão pouco. Insisto para que ela peça desculpas. Ela pede, eu a abraço e peço desculpas também, pela palmada. Fim de cena para mim. Mas não para a minha Pietra.
    Acordamos felizes no outro dia. Entre um desenho e outro tomamos o café da manhã e ela come feliz o seu pão com queijo.  O tempo passa depressa e logo teremos que sair: ela para a escola, eu para o trabalho. Com carinho, digo que é hora de trocar de roupa.  Ela reclama e começa a chamar pelo pai. Papai já foi trabalhar, como sempre, respondo. Porque você quer o papai agora? Apesar de faladeira, ela responde dando tapinhas no bumbum.  A mamãe não vai te bater, respondo já arrasada. A mamãe bateu ontem porque você estava chorando sem motivo, tento explicar o que não tem explicação.
    Prometo que não vou bater mais, e que toda vez em que ela desobedecer, ficará no cantinho das crianças, pensando no que fez. Mas o estrago está feito. Ela não confia mais em mim? Será que ainda dá tempo de ser a sua melhor amiga? Espero que sim. Talvez eu não seja uma mulher melhor ou pior porque levei palmadas na infância, mas acho que posso ser uma mãe melhor se praticar a tolerância. Juro que vou tentar.
     
    Raquel Dreguer, jornalista profissional, mãe em aprendizado.

  • JAMIL

                 A EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Quando pequena voçe conversa e explica, não atende leva umas palmadas. Quando maior voce conversa e explica, não atende, poe de castigo(Ex. Deixa-o em pé encostado na parede por algumas horas) ou se achar q convem dei-lhe umas cintadas nas pernas. Minha saudosa mãe, quando pequeno era muito teimoso, ela falava, eu não atendia, ela batia de vara de marmelo e colocava de castigo em pé por varias horas, nunca morri e nem fiquei alejado, mas sim agradeço a Deus por ela ter me educado desta forma. DEVEMOS SEMPRE LEMBRAR , nossos filhos precisam tambem SER AMADOS, essa é a nossa missão. Meus filhos são umas jóias que Deus me deu, mas fiz e estou fazendo a minha parte(mesmo com dor no coração). É melhor voce fazer seus filhos chorarem HOJE(Educação), do que voce chorar por eles AMANHÃ de tristezas. 

  • Cenira

    Conheço pais que nunca bateram nos filhos, e tem filhos bons, e educados e principalmente filhos adulto que amam seus pais, filhos que apanham na infância tornam-se amargo e indiferentes com os pais qdo adultos, depois quando os pais estão velhos e os filhos colocam no asilo todos dizem, olha que filho desnaturado, mas só o filho sabe o que passou nas mãos desses pais, e agora estão dando o troco porque não sentem amor pelos pais espancadores, eu acho bem feito, uma criança ama os pais desde pequenina como que pode um pai uma mãe ter coragem de bater em alguem que os ama tanto e ainda por cima são indefesos, pai e mãe foi feito para protejer os filhos e não para bate fazer sentr dor, esses pais não tem coração portanto não amam seus filhos, tenho uma filha,  ela tem uma menininha linda, e muito querida, e bastante inteligente com 2 aninhos que adora a mãe, minha filha bate e dá beliscões na criança por qualquer coisinha, fico indignada, brigamos cada vez que isso acontece, minha netinha chora desesperadamente e até fica pulando de tanta dor, isso é coisa de alguem que se diz “mãe” fazer com um bebê? qualquer cadela vira lata trata melhor os filhotes e os trata com amor. já decidi da próxima vez que ela fizer isso vou chamar o conselho tutelar e pedir a guarda da minha netinha. SOU TOTALMENTE CONTRA BATER EM CRIANÇAS PEQUENAS, E TBEM CONTRA ESPANÇAR CRIANÇAS GRANDES.

  • leideane

    sou totalmente contra esta lei.palmadas e uma coisa maltratar e outra diferente, hoje tem filhos que matam os seus pais e foram criados nas melhores escolas tendo tudo que querem.
    O que o governo quer e que hoje não castigamos para amanham a policia castigar eles nas ruas não podemos dar palmadas, mas apolicia pode espancar nas ruas
    Isso e muito cultural eu fui castigada pela minha mae na infancia e dou graças a deus porisso
    e tanbem vou castigar  meu filho sim, molderadamente, a bliblia  nos manda educar os filhos com a vara da diciplina, a criança e astuta e devemos molda_la sim.
    Eles devem se proucupar com a pedofilia e colocar pena de marte para pedofilos estupradores e etc…………..