Hoje no twitter, numa daquelas brincadeirinhas que faço com as nossas seguidoras, comecei falar sobre presentes que as mulheres não querem ganhar e, num certo momento, eu citei que mulheres não gostariam de ganhar ingressos para o futebol de presente.
Pronto, foi daí que tudo começou!
Eu sei que muitas mulheres ADORAM futebol, torcem, vibram, gritam, xingam o juiz, acompanha os resultados dos campeonatos e tudo o mais. Eu, particularmente, gosto de futebol. Não sou torcedora fanática, não tenho um time do coração, mas aprecio o futebol.
Agora, gostar de futebol não significa que eu prefira ganhar de presente de aniversário, ou dia dos namorados, ou aniversário de namoro/casamento, o direito de assistir uma partida de futebol no estádio ao invés de um jantar a dois super romântico.
Me desculpem as mais radicais, mas sou mulher, sou feminina, e não é porque eu acredito no poder e na independência da mulher, e porque eu defendo que as mulheres merecem seu espaço no mercado de trabalho, sendo capazes de executar qualquer tarefa, como qualquer homem, que eu vou deixar de gostar de demonstrações bobas e clichês de romantismo.
A mulher luta por igualdade, mas igualdade não significa querer um saco pra coçar.
Quero ter meu espaço mas quero ser respeitada como mulher. Gosto de ser mimada, quero ter um homem pra me salvar quando uma barata nojenta e asquerosa voar na minha direção, ou pra quando eu não conseguir abrir o vidro de azeitona. Quero chegar em um restaurante com ele, e ele puxar a cadeira pra eu me sentar.
Flores são inúteis? São, mas é um lindo gesto de carinho dar flores a uma mulher.
Chocolates engordam? E daí? Que mulher não fica derretida quando ganha uma caixa de bombons?
Achar um bilhetinho romântico escondido no meio da sua agenda é cafona? Então adoro homem cafona.
E se pra mostrar que sou forte e independente tenho que deixar minhas mulherzices e minha feminilidade de lado, prefiro continuar sendo vista como sexo frágil.
*Para relembrar leiam: O Romântico à moda antiga!









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