• Moony Wolf

    Ah, que fofas!

    E os irmãozinhos de Flora foram doados? Linda citação! 
    Adoro gatos também! Já cheguei a ter sete, porque o pessoal abandonava perto de casa os filhotinhos recém-nascidos. Sei como é difícil encontrar pessoas interessadas. O pessoal geralmente prefere cães. Ainda assim acho a convivência com gatos mais fácil, já que eles são mais independentes. Mais é preciso ter em mente mesmo a castração, pra evitar estes problemas. 
     

  • http://www.tpmsemanal.com.br/ Alice Umbrella

    Lindo texto! Estou há tempos tentando convencer meu marido a adotar um felino. Gosto muito deles e queria ter essa companhia agora que moramos sozinhos e que posso sustentar o bichento. Mas nada dele aceitar :/ não desistirei!

    Gatos são tudo de bom :)

  • http://www.facebook.com/people/Mendi-Morton/100002070189309 Mendi Morton

    Foi o melhor texto que já li sobre gatos, o que me supreendeu e muito, pois honestamente, as únicas pessoas que conheço que sentem e pensam o mesmo em relação à gatos são os meus irmãos. E eu, é claro. Tenho que confessor que surgiu uma lágrima no meu olho, pois lembrei do meu (dono), um vira-lata preto branco, que também achei bem pequeno na rua (ele também cabia na minha mão) e depois de cinco anos, é a primeira vez que me separo dele. Ensinei-o à brigar, depois d’ele ter apanhado e se assustado de tal maneira que teve uma crise de diarréia no meio da briga quando ele tinha quase um ano. Haha, lembro como se fosse ontem: acordo no meio da madrugada com aquela barulheira e lá fora na varanda, tá ele e um enorme gato branco dando uma surra nele. Espanto o gato e quando pego Wonka (o nome dele) no colo, sinto aquela coisa pegajosa. Ligo a luz e… é, merda. Literalmente. Tomamos banho, limpei a varanda e passei o resto do ano enchendo o saco dele (tentando ensinar ele à brigar) o que consistia em enrrolar algum pano no meu braço e ficar balançando na frente da cara dele com alguns empurrões ocasionais. O resultado disso foi que agora, as brincadeiras dele são meio pesadas porém ele não apanha mais. Só meu braço e de todo mundo que cai no seu caminho quando ele tá brincalhão fica meio… pingando sangue. Além disso ele adquiriu o hábito de se vingar quando não é realizado o que ele quer. Aí todo mundo corre pois seus alvos são geralmente braços e coxas. Putz, ele tem uma mania de do nada pular nas coxas de quem passa e depois sair correndo para depois repeitr a façanha. À única pessoa que ele faz isso sem pôr às garras pra fora é minha mãe. O resto sofre. A única cama que ele não sobe (quando ela não tá por perto) é a dela também. Tentar pôr ele nessa cama quando a minha mãe tá nela? Impossível. Minha mãe jura que é “respeito”, nós, os filhos, achamos que é trauma. Você mencionou que sua gata te segue até no banheiro, nossa, Wonka faz a mesma coisa. Geralmente para observar a água girando depois da descarca, ele acha aquilo fascinante. Ou simplesmente se posta diante da porta e ai de quem passar: leva tapa. Foi aí que apelidamos ele de Caronte. Quer passar para as “águas” ? Me de algo senão leva tapa! Olho as cicatrizes nos meus braços, pés e pernas e não posso evitar não sorrir. Nah, desculpa pelo comentário horrívelmente longo, é a saudade. Gente, como eu amo aquele gato gato! :/

  • Janabernardi

    Nossa! disse tudo! também tenho tanto gato quanto cachorro, sempre tivemos os dois em casa.
    mas desde sempre também os gatos são os meus preferidos. Gosto da independência deles e de não se submeterem, é um animal que temos que conquistar!
    mas que são super companheiros!