Descanso? Certamente não seria o momento que nenhum dos dois gostaria de repousar…
Percebendo que o ‘rapazinho’ já dava sinal de vida, fez questão de sentir o próprio gosto preenchendo toda a sua boca com aquele membro delicioso. Lentamente subia e descia a língua, roçando de leve seu piercing na glande, o que provocava gemidos abafados do moço. Aos poucos intercalava lábios e língua com uma das mãos, enquanto a outra percorria o corpo firme, de músculos rígidos e desenvolvidos no ponto, maquiados com tintas há muito definitivas.

Depois de deixá-lo ‘em ponto de bala’, subiu nas ancas do rapaz, encaixou seu sexo no dele e imprimiu um ritmo lento, demonstrando as artes do pompoar apreendidas ao longo dos anos balzaquianos desde sempre. Seus corpos viviam espasmos e ele se sentia nas mãos dela. Sim, ela que tanto falara de suas aventuras de dominadora, agora o subjugava de forma deliciosa. E quem disse que ele queria algo diferente de estar sob os comandos dela naquele momento?
Tentou mexer as mãos e ela as prendeu atrás da sua cabeça, segurando com firmeza, olhando em seus olhos, para que ele entendesse que só o faria quando ela quisesse. Assim permaneceu por alguns minutos até que ela atingisse o clímax mais uma vez. Seu corpo foi percorrido por uma descarga de eletricidade que ele pôde sentir pela forma com que ela se cotorceu sobre ele, apertando seus pulsos e fazendo pressão em seu sexo por minutos sôfregos.
Recuperada da multiplicidade do prazer, soltou as mãos do rapaz e as colocou em seus quadris, voltando a cavalgar de forma mais selvagem, em ritmo constante.
- Agora pelo jeito vou presenciar uma fera selvagem (sussurrou)
- Selvagem e no cio! (ela respondeu)
- E como domar…?
- Acho difícil que alguém consiga, mas tente!
Num movimento rápido ele a virou e se pos entre suas pernas, sugando-lhe todo o mel que escorria em abundância, passando a língua suavemente sobre o clitóris. A ela só restava delirar. Nem tentou reagir. E como quem chupa um delicioso sorvete em dia de calor, ele permaneceu naquela posição por muito tempo… tempo suficiente para enfraquecer-lhe os músculos de tanto gozar.
Satisfeito em ver sua exaustão, ergueu seu corpo sobre ela, sorrindo.
- Acho que amansei a fera
- Sim, conseguiste, mas ainda não por completo
- Queres mais?
- Quero te sentir todo dentro de mim novamente!

Ele apenas soltou o corpo, num encaixe perfeito. Enquanto imprimia ritmo, lambia as pontas dos mamilos dela tão entumecidos. Sentindo aquele membro duríssimo dentro de si, ela não demorou a gozar mais uma vez. Ele apenas sorria, vendo seu talento de garanhão confirmado.
Os sussuros ajudavam a dar mais excitação…
- Agora quero algo diferente. Será que a selvagem dama me concede a honra de ter-lhe de quatro?
- Só se você me inundar o corpo com seu líquido.
- Com todo o prazer do mundo!
Ela virou-se lentamente, exibindo seu belo traseiro, o que o deixou mais cedento em comê-la daquela forma primitiva. Segurou seus cabelos e puxou seu corpo contra o dele. Ela, semi-ereta, deixou-se conduzir pelas mãos e braços fortes do rapaz, que foi intercalando os puxões de cabelo com fortes imposições e beliscões pelos seios. E a selvagem dama só conseguia dar gritinhos lascivos, que o enlouqueciam mais e mais na iminência do orgasmo.
Quando ambos não aguentavam mais, ele deu a última estocada forte e permaneceu dentro dela, inundando-a como havia prometido.
Soltaram seus corpos e então sim, após algumas carícias, adormeceram o sono dos justos que se embriagam no prazer.
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Lady Vulgata é praticante de BDSM há 7 anos, hedonista e adora palavras. Habita o corpo de uma jornalista de 32 anos, moradora da Ilha da Magia.
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Que belo conto…parabéns
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